7 estudos que comprovam os efeitos do Reiki

By evoluirjuntos - julho 13, 2020

Reiki funciona mesmo?


Uma técnica que promete bem-estar, relaxamento e até mesmo a cura somente pela impostação das mãos. Aaah isso não pode funcionar! Certo? Bom, é sobre isso que iremos conversar um pouco hoje. Se você não acredita em Reiki, ou não sabe nem do que se trata, esse texto é para você.

O que é Reiki?

É uma religião?

Essa técnica é aceita e aprovada nos sistemas de saúde?

Existem comprovações e estudos científicos?

Os profissionais de saúde utilizam Reiki pelo mundo?

Até onde a ciência chega para explicar a energia?


Começando do princípio: o que é Reiki?

Reiki é uma terapia natural de reposição energética transmitida através da imposição das mãos de um terapeuta devidamente sintonizado. Trata-se de um sistema curativo natural, trazido do Japão, onde começou a ser ensinado por Mikao Usui.

Um terapeuta de Reiki, após passar pelo treinamento e sintonização com a energia, é capaz de transmiti-la através dos centros energéticos presentes em nossas mãos, para qualquer pessoa, animal ou mesmo objeto.


A energia transmitida, ativa no ser humano o sistema nervoso parassimpático, reduzindo o nível de estresse, promovendo relaxamento, calma, e fazendo com que o corpo consiga reativar o seu mecanismo de autocura e regeneração celular.

Reiki repõe a energia que utilizamos no nosso dia a dia, e desfaz bloqueios energéticos acumulados em nosso corpo, que geram doenças, ansiedade, estresse, dentre outros sintomas.

O que não é Reiki?

  • Reiki não é religião;

  • Reiki não é um ritual xamânico;

  • Reiki não é uma seita;

  • Reiki não é  “Passe” ou “Passe Espírita”;

  • Reiki não é ligado a Igreja Messiânica (onde se pratica outra técnica conhecida como Johrei);

  • Reiki não é de uso exclusivo de nenhum grupo de pessoas (pode ser praticado por qualquer pessoa);

  • Reiki não tem contraindicação (todos podem receber).

Nas palavras do Ministério da Saúde do Brasil, Reiki é:

É uma prática de imposição de mãos que usa a aproximação ou o toque sobre o corpo da pessoa com a finalidade de estimular os mecanismos naturais de recuperação da saúde. Baseado na concepção vitalista de saúde e doença também presente em outros sistemas terapêuticos, considera a existência de uma energia universal canalizada que atua sobre o equilíbrio da energia vital com o propósito de harmonizar as condições gerais do corpo e da mente de forma integral.


A terapêutica objetiva fortalecer os locais onde se encontram bloqueios - "nós energéticos" - eliminando as toxinas, equilibrando o pleno funcionamento celular, de forma a restabelecer o fluxo de energia vital.


A prática promove a harmonização entre as dimensões físicas, mentais e espirituais. Estimula a energização dos órgãos e centros energéticos. A prática do Reiki, leva em conta dimensões da consciência, do corpo e das emoções, ativa glândulas, órgãos, sistema nervoso, cardíaco e imunológico, auxilia no estresse, depressão, ansiedade, promove o equilíbrio da energia vital.”


BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 849 de 27 de março de 2017. (Incluiu o Reiki e outras terapias  à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares.)


As terapias complementares no SUS

No final da década de 1970, a Organização Mundial da Saúde criou o Programa de Medicina Tradicional, com o objetivo de formular políticas na área. Desde então, em vários comunicados e resoluções, a OMS expressa o seu compromisso em incentivar os estados-membros a formularem e implementarem políticas públicas para o uso racional e integrado da medicina tradicional e complementar/alternativa nos sistemas nacionais de atenção à saúde, bem como para o desenvolvimento de estudos científicos para melhor conhecimento de sua segurança, eficácia e qualidade. Os documentos Estratégia da OMS sobre Medicina Tradicional 2002–2005 e 2014-2023 reafirmam o desenvolvimento desses princípios.


A medicina tradicional é sabedoria ancestral, e trabalha sobretudo com a prevenção. A utilização dessas técnicas em todo o mundo, promove a consciência para um conceito mais amplo de saúde, onde podemos prevenir doenças ao tratar o ser humano como um ser integral.


No Brasil, a legitimação e a institucionalização das técnicas tradicionais de atenção à saúde começaram a partir da década de 1980, principalmente, após a criação do SUS. Com a descentralização e a participação popular, os estados e os municípios ganharam maior autonomia na definição de suas políticas e ações em saúde, vindo a implantar as experiências pioneiras.


Em 2019, saiu o mais recente relatório Global de Práticas Integrativas, mostrando os dados de diversas dessas práticas utilizadas ao redor do mundo, incluindo o Reiki em vários países. Essas informações vem aos poucos sendo coletadas pelos sistemas de saúde de cada membro da organização. Para isso, o Brasil tem a sua própria política nacional.


A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares

A nossa Política Nacional, seguindo as recomendações e diretrizes da OMS, foi criada entre os anos de 2003 e 2006 (com estudos vindos desde a década de 1980), e desde então vem regulamentando práticas como no caso do Reiki que entrou para o Sistema Único de Saúde (SUS) oficialmente em 2017 (Portaria nº 849 do Ministério da Saúde), e tornou a profissão de terapeuta de Reiki regulamentada sob o código oficial CNAE 8690-9 “Serviços de Reiki”.


Além disso, durante a Pandemia de Covid-19 em 2020, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), aprovou uma recomendação para o Ministério da Saúde, conselhos estaduais e municipais de Saúde e do Distrito Federal pela inclusão e divulgação de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics), incluindo o Reiki, na assistência ao tratamento para combater a Covid-19 (Recomendação nº 041 de 21 de maio de 2020).


Neste momento, em que não há ainda medicação para a cura, vários profissionais estão utilizando as práticas integrativas como forma de complementar a assistência. Estamos conversando com diversas pessoas e sabemos de alguns registros com a melhora em alguns tratamentos, que estão sendo realizados em nível nacional”, afirma a conselheira nacional de saúde e coordenadora da Comissão Intersetorial de Promoção, Proteção, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde do CNS, Simone Leite.


Seguindo o mesmo exemplo, a Prefeitura do Município do Rio de Janeiro (Diário Oficial de 07 de maio de 2020, páginas 9 e 10) recomendou, além de outras técnicas integrativas, o uso de Reiki no cuidado e na prevenção dos profissionais de saúde da cidade durante a Pandemia.

Mas o que a ciência diz?


7 Estudos científicos sobre a eficácia do Reiki

Bom, se você veio aqui em busca de provas concretas e artigos científicos, separamos 7 estudos para você, cada um mostrando seus resultados e maneiras de atuação da energia Reiki em diferentes casos. (Para ler os artigos completos, siga os respectivos links).


1 - “Avaliação de efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos”, Dissertação de Mestrado, Ricardo Monezi (Pós Doutorado em Saúde Coletiva e Doutorado em Psicobiologia pela Unifesp, Mestrado em Ciências pela Faculdade de Medicina da USP; atua também como pesquisador do Laboratório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - LAPICS da UFSM), USP. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-23092014-145211/pt-br.php

Na USP o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em 60 camundongos com câncer, divididos em 3 grupos:

Grupo 1 - Controle não recebeu nenhum tipo de tratamento;

Grupo 2 - “Controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira, sem contato humano;

Grupo 3 - “Impostação” - teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa, por 15 minutos, 4 dias seguidos.

Resultado: Os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas no Grupo 3. Grupo 1 e 2 sem alteração.


2 - “Efeitos da prática do Reiki sobre aspectos psicofisiológicos e de qualidade de vida de idosos com sintomas de estresse: estudo placebo e randomizado”, Tese de Doutorado, Ricardo Monezi, UNIFESP http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22764

Para saber se o Reiki poderia produzir alterações psicofisiológicas e de qualidade de vida em idosos com sintomas de estresse, o estudo que durou oito semanas, mensurou em um grupo de voluntários que receberam Reiki e um grupo que recebeu um tratamento Placebo, respostas psicológicas como níveis de estresse, ansiedade, depressão, percepções de tensão e bem estar, qualidade de vida, além de respostas fisiológicas como tensão muscular, por exemplo.

O conjunto dos resultados obtidos indicou que o Reiki produz alterações psicofisiológicas e de qualidade de vida em idosos compatíveis com uma redução significativa de estresse.

Algumas alterações resultados da pesquisa:

  • Redução dos níveis de estresse;

  • Redução dos níveis de ansiedade e depressão;

  • Redução da percepção de tensão muscular e elevação da percepção de bem estar;

  • Elevação da temperatura periférica da pele;

  • Redução da tensão muscular do músculo frontal.


3 - “Terapia Reiki como estratégia de intervenção na dor e no estresse em estudantes de enfermagem”, Batista KM, Borges LM. Terapia Reiki como estratégia de intervenção na dor e no estresse em estudantes de enfermagem. REVISA. 2020; 9(1): 109-17. Doi: https://doi.org/10.36239/revisa.v9.n1.p109a117

Os resultados demonstram a influência positiva da terapia reiki sobre a diminuição dos parâmetros alcançados, caracterizando-se como uma possibilidade de intervenção de enfermagem enquanto Prática Integrativa e Complementar em Saúde.

O artigo ressalta ainda que “Segundo a Resolução do Cofen N°581/2018, o Enfermeiro tem direito de se especializar em variadas Práticas Integrativas e Complementares, dentre elas está o Reiki, podendo também estruturar seu projeto terapêutico a um determinado cliente se utilizando das práticas em que se capacitou.”


4 - “Benefícios do Reiki em população idosa com dor crônica”, Vera Lucia Freitag, Indiara Sartori Dalmolin, Marcio Rossato Badke, Andressa de Andrade. https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072014000401032&lang=pt

Concluiu-se que esta prática terapêutica melhora de forma significativa as queixas de dor crônica, além de contribuir para o equilíbrio das necessidades física, mental, emocional e espiritual dos idosos.


5 - “Massagem e Reiki para redução de estresse e ansiedade: Ensaio Clínico Randomizado”, Kurebayashi LFS, Turrini RNT, Souza TPB, Takiguchi RS, Kuba G, Nagumo MT. Massage and Reiki used to reduce stress and anxiety: Randomized Clinical Trial. Rev. Latino-Am. Enfermagem. 2016;24:e2834. [Access 08.07.2020]; Available in: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692016000100434&lang=pt . DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1518-8345.1614.2834.

Ensaio clínico controlado randomizado paralelo, com três Grupos de estudo: Grupo Massagem+Repouso (G1), Grupo Massagem+Reiki (G2) e Grupo Controle sem tratamento (G3). Para o Grupo Massagem+Repouso (G1) foi aplicado o protocolo de Anmá, seguido de repouso de 10 minutos. O Grupo Massagem+Reiki (G2) recebeu o protocolo de massagem e em seguida o de Reiki. O Grupo Controle (G3) não recebeu qualquer protocolo de intervenção. As sessões ocorreram duas vezes por semana, totalizando oito sessões em um mês de atendimento.

A Massagem+Reiki conseguiu melhores resultados entre os grupos e foi sugerido outro estudo para estudar o Reiki em separado.


6 - “Efeito do Reiki na hipertensão arterial”, The effect of Reiki on blood hypertension Léia Fortes Salles, Luciana Vannucci, Amanda Salles, Maria Júlia Paes da Silva https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21002014000500014&lang=pt

Objetivo: Verificar o efeito imediato do Reiki na pressão arterial alterada. Pesquisa experimental, duplo cego no qual foram incluídos 66 hipertensos, randomizados para três grupos de estudo: controle, placebo e experimental. A intervenção teve duração de 20 minutos, o grupo controle permaneceu em repouso, o grupo placebo recebeu uma imitação da técnica estudada e o grupo experimental recebeu a técnica de Reiki. A pressão arterial foi aferida antes e depois da intervenção pela mesma pessoa e como mesmo aparelho. Resultados: Houve diminuição da pressão arterial nos três grupos e a redução maior foi no grupo experimental, seguido pelo grupos placebo e controle. O modelo ANOVA, para medidas repetidas mostrou que houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p<0,0001). Conclusão: O Reiki teve efeito positivo na diminuição da pressão arterial, sugerindo ser uma técnica complementar para o controle da hipertensão.


7 - “Uma sessão de Reiki em enfermeiras diagnosticadas com síndrome de Burnout tem efeitos benéficos sobre a concentração de IgA salivar e a pressão arterial”, Díaz-Rodríguez L., Arroyo-Morales M., Cantarero-Villanueva I., Férnandez-Lao C., Polley M., Fernández-de-las-Peñas C. Uma sessão de Reiki em enfermeiras diagnosticadas com síndrome de Burnout tem efeitos benéficos sobre a concentração de IgA salivar e a pressão arterial. Rev. Latino-Am. Enfermagem [Internet]. set.-out. 2011 [acesso em: 08.07.2020];19(5):[07 telas]. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rlae/v19n5/pt_10.pdf

Este estudo concluiu que: uma única sessão de Reiki produz melhora imediata da função imunológica (IgAs) e da regulação da pressão arterial em enfermeiras com SB. Portanto, a aplicação de tratamentos por meio do Reiki poderia ser abordagem efetiva com vistas ao manejo e à prevenção dos efeitos negativos do estresse ocupacional, em subgrupos de enfermeiros com perfil de alto risco para SB.


Para saber mais

Se ainda assim você não acredita, e quiser saber mais sobre pesquisas relacionadas ao Reiki ou terapias complementares em geral, deixamos aqui alguns links para você. Lembrando que os estudos acima foram apenas citados, para ler de forma completa, basta clicar no link referente a cada um.


Artigos, teses e pesquisas:

Biblioteca Virtual em Saúde - Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas - http://mtci.bvsalud.org/pt/

Scielo - https://www.scielo.br/scielo.php?lng=en

Pubmed - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/

Conclusões

Reiki é energia, e, se pensarmos bem, tudo que nos rodeia também é energia. Todos somos energia. A ciência, pilar fundamental da evolução humana, chega até determinado ponto. Começando lá em Demócrito, na Grécia Antiga, que dizia que tudo que existe é composto por átomos, trazendo a ideia da materialidade, daquilo que podemos tocar. A nossa sociedade e a nossa ciência, até hoje, partem da ideia de que tudo é físico.

Mas a forma de fazer ciência vem aos poucos mudando, e começando a considerar os estudos de física quântica. Aos poucos vem ocorrendo uma mudança do paradigma materialista, em direção a expandir a consciência para além do invisível.

O corpo humano é composto de células, que por sua vez são compostas de moléculas, delas chegamos nos átomos que são feitos de prótons, nêutrons e elétrons; os prótons e nêutrons se reduzem em quarks, e finalmente a ciência chegou até a partícula denominada Bóson de Higgs (“Partícula de Deus”) que daria massa aos quarks (sem massa, não se formariam os átomos, as moléculas e nem nós, seres humanos).



A nossa ciência segue avançando, e é cada dia mais promissora. Houve uma época, em que se pensou que o átomo era a menor partícula, que seria indivisível, e olha onde já chegamos!

Os cientistas conseguiram chegar até o Bóson de Higgs, mas o que há depois? O chamado “Vácuo quântico”? Há quem diga que a “descoberta” do Bóson de Higgs explicaria apenas 4,6% de tudo o que existe. Como explicar a energia que sentimos no Reiki, na meditação, no Yoga, na Acupuntura? Quanto maior a energia, menor a massa. Não é possível ver, com os olhos físicos, a energia Reiki. Mas é possível senti-la…

A ciência vem mostrando, como vimos nos estudos expostos aqui neste texto, os efeitos do Reiki no corpo humano. Existem ainda por aí muitas opiniões contrárias, pautadas por uma visão de uma época em que o mundo era baseado na religião. No mundo do século XXI, é preciso ampliar nossa forma de ver as coisas, dar as mãos à ciência e experimentar por nós mesmos aquilo que ressoa com nosso coração.

Além disso, no aspecto prático, as pesquisas mostram que o serviço de Reiki dentro de instituições e de hospitais poderia desafogar a demanda, além de melhorar o desempenho de funcionários. Uma equipe que trabalha sob efeito de estresse, não rende muito. Porém, com o Reiki, haveria melhora significativa no rendimento.

O Reiki, assim como outras técnicas integrativas, trabalha com a integralidade, não apenas com um indivíduo, mas com a sociedade e todo o coletivo. Como chamou a atenção o professor Ricardo Monezi, a ciência passou anos fazendo pesquisas com números (estudos quantitativos), e se esqueceu de olhar para um composto essencial na humanidade que é a alma. É preciso fazer ciência sem preconceitos, com diálogos e pesquisas.

Finalmente, devemos lembrar que o Reiki é uma técnica que apresenta os resultados de acordo com o que a pessoa está necessitando naquele momento. É preciso separar as nossas expectativas daquilo que é realidade. Reiki não é uma promessa de milagre que irá curar a todos. Afinal, qual é a cura que cada um precisa? Cada um na sua caminhada, e com o auxílio da energia vital e universal Reiki, é possível caminhar com mais saúde, autoconhecimento e consciência.

É possível encontrar pesquisas científicas que encontraram resultados diferentes em Reiki, com ausência de mudança significativa de dados. Porém, não há artigos que comprovem que Reiki faz mal a ninguém. Não há contraindicações.


A ausência de evidência, não significa evidência da ausência.” Carl Sagan
 

Antes de criticar, procure sentir, experienciar e conversar. Neste espaço, prezo sempre pela educação e pelo diálogo amigável. Se desejar, deixe seu comentário abaixo deste texto.

Fica aqui um convite para reflexão: para ir além da ciência materialista, é preciso desenvolver e despertar para a amorosidade e expansão da consciência.


Ana Carolina Reis - Escritora, Mestre em Reiki Usui Tibetano

*A reprodução deste texto requer prévia autorização



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